Movimento Caminho Palestino Revolucionário Alternativo:

Convocamos as mais amplas manifestações de indignação contra a agressão estadunidense-sionista ao Irã.

Que o Dia Internacional de al-Quds, sexta-feira, 13 de março, seja um dia global contra a guerra estadunidense-sionista contra nossos povos.

O Movimento Caminho Palestino Revolucionário Alternativo, Masar Badil, convoca seus apoiadores e organizações afiliadas a lançarem a mais ampla mobilização popular de indignação contra a agressão sionista ao Irã. Convocamos também que o Dia Internacional de al-Quds seja um dia de indignação popular e rejeição abrangente, diante da contínua agressão sionista contra o povo palestino na Faixa de Gaza e em toda a Palestina ocupada, e contra a agressão estadunidense-sionista ao Irã, que começou hoje, 28 de fevereiro.

Essa perigosa escalada, arquitetada e executada por Washington, Tel Aviv e as capitais do imperialismo ocidental, confirma mais uma vez a natureza agressiva do projeto sionista e expõe a ligação intrínseca entre as políticas hegemônicas dos EUA e os crimes da ocupação na Palestina e na região. Constitui também um ataque flagrante à soberania dos Estados e aos direitos dos povos, e ameaça ampliar o círculo da guerra e desestabilizar a região.

O movimento afirma que a unidade das forças de resistência e dos povos livres é a resposta natural a esta agressão estadunidense-sionista, e que o confronto com as políticas de guerra e dominação exige uma ampla mobilização popular em todas as frentes — por meio de manifestações, ocupações, boicotes abrangentes ao inimigo e aos seus interesses, e a intensificação de todas as formas de pressão popular e política e de ação direta em defesa da Palestina, do Líbano, do Iémen, do Irão e dos povos da região.

O movimento convoca as massas do nosso povo palestino, tanto na Palestina quanto na diáspora, e os povos livres da nação árabe e suas forças vivas, a transformar o Dia Internacional de al-Quds em um momento militante unificado para expressar a rejeição popular à agressão e afirmar que a Palestina permanecerá a causa central, a bússola da luta e o centro do confronto até o fim da entidade sionista e do colonialismo.

Share this
Send this to a friend